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Frustrações de um Pastor

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  Talvez, você leia esse texto e pense: - Ele é muito novo para falar/escrever sobre frustração. Primeiro, obrigado pelo “novo”, faz bem um elogio. Segundo, não, na realidade, muito e vários pastores tem várias frustrações, e independente de ser novo ou não, e o fato de não colocarem para fora (catarse – literalmente vomitar) faz com que muitos vivam a vida inteira decepcionados e pensem que o ministério pastoral é um fardo; e a situação pode, e em muitos casos, piora, pois vários pastores desenvolvem patologias, fobias, transtornos que se não forem tratados podem levar a morte, metafórica e real. Esse texto não é pra falar sobre outros pastores, apesar de entender que muitos podem e vão se identificar com coisas escritas por aqui, a propósito, obrigado por ler. Me deixa começar pelo início, bem redundante... Minha mãe falava que seus filhos seriam evangelistas, aquelas pessoas envolvidas com missão, que via de regra, estão no processo de pregar e as pessoas serem convertidas, ...

Restfy – tocamos pela primeira vez

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  Não costumo escrever um diário sobre a minha vida, apesar de saber que poderia funcionar como um meio de perceber respostas de orações, como eu cresci/amadureci, entre outras coisas. Mas, contudo, creio que esse espaço, tendo em vista que é um blog pessoal, pode servir como registro de coisas, situações, momentos que eu vivi. E como fui inspirado pela biografia do Eugene Petterson, sangue em meus ossos, e quem sabe no futuro possa escrever minha autobiografia (sim, sonhamos alto); fica aqui o registro de alguns fatos. Antes de escrever propriamente sobre a primeira apresentação da minha banda, sim, tocamos esse fim de semana, na verdade, tocamos duas vezes no mesmo fim de semana. Preciso relembrar como a música entrou na minha história, para assim, você, meu caro leitor, compreenda o porquê foi tão especial para nós. Lá nos longínquos 1998 (sim, estou ficando velho), alguns amigos me convidaram para participar da fanfarra municipal, eu tinha entre 12/13 anos, foi nesse me...

Sobre a volta do Oficina G3

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             Fazia muito tempo que não escrevia por aqui. As razões são variadas, dediquei mais tempo para o YouTube, as pessoas preferem ver um vídeo ao ler um livro, isso é muito claro em nossos dias. Além disso, tivemos que investir em relação a pós-graduação e mestrado que colaborava para a minha formação. Mudamos de casa, de cidade, lancei um livro, enfim, tivemos vários contratempos. No dia 30 de Outubro de 2017, a data em que escrevi o antepenúltimo texto por aqui. Naquela época estava extremamente triste, eles, o Oficina G3, tinham acabado de anunciar a pausa, que até o momento, não sabíamos se teria retorno. Após esse período, no ano de 2020, anunciaram a saída de Mauro Henrique   da banda. Parecia um longo e rigoroso inverno, notícia ruim atrás de notícia ruim. Entretanto, nem tudo é notícia ruim, graças a Deus, no mesmo ano da saída do Mauro, eles fizeram um encontro. Ficaram uma semana juntos, e o fruto desse tempo foi uma série de...

Razões para ir na célula

Razões para participar de uma célula Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. (Efésios 5.15-16) Em meados dos anos 2000, a igreja na qual era membro começou a desenvolver um trabalho com células. Tudo aquilo que é novo causa duas reações, a primeira é um sentimento de perda, e isso tem haver com a nosso desejo de que as coisas estejam de acordo com a nossa vontade. Uma segunda reação é de que algo novo estava para acontecer e isso era muito bom. Confesso que a principio, eu estava inclinado para a primeira reação. Desde então, nossa comunidade tem participado de células. Algumas denominações têm aversão ao nome célula, por causa de alguns desvios e exageros. Creio que isso seja normal. Bom, essa reação ao nome tem levado algumas igrejas a chamar por outros nomes aquilo que na prática funciona da mesma forma. Antes falar sobre o porque participar de uma cél...

Avivamento

Sobre avivamento Avivamento é uma ação Divina sobre a humanidade, na qual, o ser humano pecador retorna ao Deus amoroso e perdoador em arrependimento, fé e devoção. Avivamento geralmente tem algumas marcas distintas que a acompanham. Sem essas marcas não podemos afirmar que determinados movimentos sejam avivamentos. Essas marcas agem e atuam no todo do avivamento e deixam rastros que perduram anos após a visitação Divina. Em nossos dias a uma forte ênfase nessa temática.  Creio que isso seja bom, e em determinado sentido, positivo. Entretanto, será que tudo o que as pessoas têm chamado de avivamento realmente é avivamento? Esse questionamento deve perpassar a mente de pessoas que acreditam no evangelho e que desejam agradar a Deus com suas vidas. É fato conhecido, que historicamente ocorrem dois grandes avivamentos, e eles impactaram positivamente o momento histórico em que estavam inseridos. Claramente, as pessoas eram envolvidas pelo evangelho/Espírito Santo e exper...

Sobre a pausa do Oficina G3

De um tempo atrás... Minha relação com a banda Oficina G3 tem muito a ver com minha história com a música. Lembro de ouvir os Cd’s acústico ao vivo e o Tempo por horas e horas sem parar. Me lembro que eu tinha uma banda é sempre tentávamos tocar algumas das músicas (na maioria das vezes ficava na tentativa). Quando isso aconteceu eu tinha por volta de 16 anos. Estava fazendo as primeiras notas no baixo. Conforme os anos passavam minha relação com a banda foi se intensificando. No ano de 2002 fui no primeiro show em que os vi ao vivo. Foi em Campinas/SP, na Pedreira do Chapadão. Uma noite mágica. Eles tocaram cinco músicas e uma do CD que estava pra ser lançado, Humanos. Comprei camisetas, inclusive, uma delas tinha um apelido carinhos: abençoada. Em 2005 eles vieram pra Monte Mor. Tocaram aqui no Joaquinzão. Naquela época eu tocava numa banda, tocamos nesse dia. Foi extraordinário. Para um jovem de 19 anos, algo que marcou pra vida inteira. Ainda tenho guardado o folder d...

Páscoa: a libertação de um povo oprimido

Pra falar sobre páscoa precisamos lembrar de elementos e coisas que nos são estranhas, distantes da nossa fé, ou melhor, da nossa realidade cristã. Claro, que muitas das coisas que eram usadas na páscoa, pertenciam especialmente à fé judaica. Mas, esses elementos apontam para uma libertação. É evidente que a primeira libertação diz respeito ao povo que vivia a mais de 400 anos escravo no Egito, sendo marginalizado, excluído, rejeitado, abusado, desmoralizado. Notoriamente o quadro em que o povo vivia era desesperador. Porém, Deus se lembrou daquele povo oprimido. Preparou uma libertação. E a partir de uma fatídica noite toda a sua história passa a ser marcada por uma festa que contém elementos que são usados e trazem a memória essa libertação. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães asmos; com ervas amargosas a comerão. (Êxodo 12.8) Pães asmos: Era feito sem fermento. No dia da libertação do povo, tudo deveria ser feito as pressas. Não havia tempo suficiente ...